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9 de out de 2010

Ando...


Eu ando...
Ando entre o agonizado e o agonizante
Ando dando vexame
Prolifero essa minha agonia através dos poros da pele salpicada pelo sol

Ando...
Ando com as pernas,
Mas quando me interessa,
Vasculho esse imaginário andando pelo teu corpo com as mãos

Ando...
Ando pra baixo
Ando de carro, carroça e trem
Ando me apaixonando 3x ao dia
Ando sorrindo/ mentindo

Ando...
Delirando!


Ilana Copque

Um comentário:

Maycon Aguiar disse...

Ah, esta vida agridoce sempre surpreende, não é? Sabe ser doce, feito um chocolate branco, meio derretido, amarga, como puro fel, meio ácida, um tanto salgada... E sempre, sempre está em movimento, sempre nos dá uma guinada, permite a mudança. Seja brusca, seja programa, ou não.

Um abraço, e desculpa a demora em retribuir a sua visita! ;)